“Vou ser a voz dos prefeitos em Brasília”, afirma Alexandre Curi em sabatina da TVCI. Imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida chega a Foz do Iguaçu no dia 27 de setembro. Veja o que foi proposto para acelerar a travessia na aduana de Puerto Iguazú. Depressão é perda de interesse total pelas coisas que antes traziam prazer, diz psicóloga em Foz. Urna eletrônica não anula voto: entenda quando o voto é nulo ou branco.

Depenando a Coruja

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Por Oliveirinha Jornalista – MTE 08182/PR

 

  

 

Imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida chega a Foz do Iguaçu no dia 27 de setembro.

Após a chegada, os fiéis seguirão em procissão até o salão social da Paróquia Espírito Santo e Nossa Senhora Aparecida

A imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida chega a Foz do Iguaçu no dia 27 de setembro para a tradicional visita da Padroeira do Brasil à cidade. A acolhida da Santa, vinda diretamente de Aparecida (SP), está marcada para às 17h, no Campo do Gustavão, no Porto Meira.

Após a chegada, os fiéis seguirão em procissão até o salão social da Paróquia Espírito Santo e Nossa Senhora Aparecida, onde será realizada a santa missa. A imagem ficará na cidade até o dia 12 de outubro.

A visita integra a programação da Novena e Festa da Padroeira da Paróquia. No dia 29, às 19h, a imagem percorrerá as ruas da região do Porto Meira até a comunidade Beato Luís Maria Monti.

De 02 a 10 de outubro, acontece a novena, com momentos de oração e missas diárias na Paróquia Espírito Santo e Nossa Senhora Aparecida, celebradas por sacerdotes da Diocese de Foz do Iguaçu. 

Já no dia 11, a partir das 10h, ocorre a grande festa, com missa seguida de almoço. Os ingressos podem ser adquiridos na secretaria paroquial, no valor de R$ 370 (5kg de carne de gado), R$ 170 (2,5kg de carne de gado) ou R$ 120 (2,5kg de carne suína). Após, haverá o sorteio de uma ação entre amigos com moto elétrica, televisões, vale-compras, entre outros prêmios.

No dia da Padroeira, 12, oito celebrações estão programadas na paróquia. A expectativa é receber milhares de fiéis ao longo de toda a programação, que participam para agradecer ou fazer pedidos à Santa.

Veja a programação completa:

  • De 02 a 10 de outubro – Missas e Novena da Padroeira Nossa Senhora Aparecida
  • Durante a semana: missas às 06h, 15h e 19h30
    Dias 3 e 10 (Sábados): missas às 06h, 15h e 19h
    Dia 4 (Domingo): missas às 08h, 10h, 15h e 19h

Diariamente:

09h – Coroa de Maria

10h – Terço

14h – Terço e Consagração a N. Sra. Aparecida

17h – Coroa de Maria

18h30 – Terço

  • 11 de outubro (Domingo) Festa da Padroeira

Horários das missas: 06h, 08h, 10h e 19h

Almoço festivo a partir das 12h

  • 12 de outubro (Segunda-feira)Dia de Nossa Senhora Aparecida

Horários das missas: 00h, 06h, 08h, 10h, 12h, 14h, 16h e 19h (DF).

 

 

 

 Veja o que foi proposto para acelerar a travessia na aduana de Puerto Iguazú

Reconhecimento facial, biometria, pré-cadastro de passageiros e mudanças nos pontos de controle estão entre as alternativas discutidas na Argentina.

Reconhecimento facial, digitalização de dados e mudanças na estrutura dos controles estão entre as propostas apresentadas para tentar reduzir as filas na fronteira entre Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú, na Argentina.

As medidas foram detalhadas por representantes dos setores turístico, hoteleiro e comercial da região, que defendem uma modernização do atual modelo de fiscalização na Ponte Internacional Tancredo Neves.

O assunto avançou após as recentes discussões com autoridades argentinas sobre os problemas enfrentados na travessia. Agora, o foco está nas alternativas que poderiam tornar o processo mais rápido sem eliminar os controles migratórios e de segurança.

Reconhecimento facial e biometria

Uma das principais propostas é ampliar o uso da tecnologia para identificar os viajantes. O modelo prevê reconhecimento facial e outros recursos biométricos para diminuir o tempo gasto na conferência de documentos.

Como exemplo, representantes do setor citaram sistemas utilizados em grandes eventos. Segundo Rodrigo Blanco, presidente da Câmara de Comércio de Puerto Iguazú, cerca de 70 mil pessoas conseguem entrar em um estádio em menos de três horas com auxílio de controles biométricos.

A comparação foi utilizada para demonstrar o potencial da tecnologia. O número não representa uma previsão de capacidade para a aduana de Puerto Iguazú.

Dados enviados antes da chegada

Outra proposta é antecipar parte do processo migratório, principalmente para ônibus de turismo.

Nesse modelo, agências poderiam cadastrar previamente os passageiros e enviar as informações antes de o veículo chegar à fronteira. Na aduana, os dados seriam conferidos e a identidade dos viajantes poderia ser confirmada por biometria.

A intenção é evitar que todo o procedimento tenha início somente quando o ônibus chega ao posto de fiscalização.

Mudanças nas cabines

A estrutura física da fronteira também entrou na discussão. Uma das alternativas é reorganizar as cabines de controle para aumentar a capacidade de atendimento nos horários de maior movimento.

Também foi defendida a separação dos fluxos de acordo com o tipo de veículo, evitando que carros, ônibus e outros meios de transporte disputem os mesmos espaços de fiscalização.

Controles fora da área urbana

Outra ideia apresentada prevê a instalação ou transferência estratégica de estruturas de controle para fora das áreas urbanas.

A proposta busca impedir que congestionamentos na fronteira avancem pelas ruas de Puerto Iguazú, especialmente em períodos de grande movimento turístico.

O conjunto dessas medidas vem sendo chamado pelos representantes do setor de modelo de “fronteira inteligente”, baseado no uso de tecnologia e na reorganização dos controles.

Mudanças ainda não estão confirmadas

Apesar das propostas, ainda não há definição sobre quais medidas serão adotadas.

Representantes do governo argentino devem analisar tecnicamente as alternativas e a situação da estrutura existente em Puerto Iguazú.

Por enquanto, reconhecimento facial, pré-cadastro, reorganização das cabines e mudanças na localização dos controles são propostas em discussão. Não há data anunciada para implantação de um novo sistema na fronteira (PC).

 

 

 

                                                        “Valeime Santo Expeditoi”!

 

 

 

Depressão é perda de interesse total pelas coisas que antes traziam prazer, diz psicóloga em Foz

Marisa Lobo esteve no município no fim de semana para palestras e visitou projeto de autodefesa para mulheres vítimas de violência na academia Gracie Barra.

A depressão não se resume à tristeza e pode atingir pessoas de diferentes idades, profissões, condições financeiras e crenças religiosas. O alerta é da psicóloga Marisa Lobo, que esteve em Foz do Iguaçu no fim de semana para participar de palestras e atividades voltadas à saúde mental.

Segundo a profissional, um dos principais sinais da depressão é a anedonia, caracterizada pela perda do interesse ou do prazer em atividades que anteriormente proporcionavam satisfação.

“A depressão é uma perda de interesse total pelas coisas que antes traziam prazer. A pessoa não sente prazer em nada”, afirmou Marisa.

A psicóloga também chama atenção para o fato de que uma pessoa deprimida nem sempre demonstra tristeza. Ela pode continuar trabalhando, convivendo socialmente, sorrindo e mantendo uma rotina aparentemente normal, inclusive nas redes sociais.

“Tristeza não é depressão. Tem gente que está sorridente e animada e tem depressão”, destacou.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também diferencia a depressão das alterações comuns de humor. O transtorno pode provocar perda de interesse, alterações no sono e no apetite, cansaço, dificuldade de concentração, baixa autoestima, desesperança e pensamentos relacionados à morte.

Diálogo pode ajudar a identificar o problema 

Para Marisa, o diálogo é uma das principais ferramentas para familiares e amigos que convivem com alguém que apresenta sinais de sofrimento psicológico.

Ela orienta que pessoas próximas evitem julgamentos e cobranças e priorizem o acolhimento. “Se você tem alguém depressivo na família, dê atenção, não julgue, não discrimine, converse. Você não sabe o que dizer? Simplesmente abrace. Só diga: ‘eu estou aqui’”, afirmou.

A psicóloga também defende que a depressão seja tratada com a mesma seriedade de outras doenças.

“A depressão é um assunto sério, de todo mundo. Não é frescura, não é chatice. É doença e tem que ser tratada com seriedade.”

O tratamento pode envolver psicoterapia, medicamentos ou uma combinação de abordagens, dependendo da avaliação de cada paciente. A orientação é procurar profissionais de saúde diante da persistência dos sintomas.

Depressão pode atingir qualquer pessoa 

Durante a passagem por Foz do Iguaçu, Marisa também abordou o preconceito de que pessoas financeiramente bem-sucedidas ou inseridas em comunidades religiosas estariam protegidas contra a depressão. 

Para ela, a doença não está restrita a uma determinada condição social

“Só porque a pessoa é bem-sucedida financeiramente ela não tem depressão? Ou só porque está na igreja não tem depressão?”, questionou.

A psicóloga explica que diferentes fatores podem estar relacionados ao desenvolvimento de um quadro depressivo, incluindo aspectos biológicos, psicológicos e situações vivenciadas ao longo da vida.

Ela também citou casos de pessoas expostas a ambientes de violência, abandono ou outras experiências traumáticas.

Prevenção ao suicídio 

A saúde mental também está diretamente relacionada à prevenção do suicídio. Segundo a OMS, mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, e transtornos mentais, incluindo a depressão, estão entre os fatores associados ao risco.

Marisa afirma que a perda da esperança pode ser um elemento importante nos casos mais graves.

“Quando a pessoa perde a esperança, ela perde um objetivo, uma meta. Quando você resgata e traz a esperança, muda a vida”, disse.

A psicóloga orienta que mudanças persistentes de comportamento, isolamento, perda de interesse pelas atividades, desesperança ou falas relacionadas à própria morte sejam levadas a sério.

Em situações de risco imediato, a recomendação é procurar atendimento de emergência ou um serviço de saúde.

Saúde mental em Foz do Iguaçu 

O tema também tem relevância no município. Um estudo epidemiológico sobre a mortalidade em Foz do Iguaçu registrou 342 óbitos por suicídio entre 1996 e 2020.

Para Marisa, o enfrentamento dos problemas relacionados à saúde mental exige uma rede de proteção que envolva família, profissionais de saúde, escolas, locais de trabalho, comunidades e instituições.

“Temos que trabalhar em redes de colaboração e de proteção”, afirmou.

A psicóloga atua com saúde mental em diferentes fases da vida, da infância à terceira idade, e também desenvolve trabalhos específicos voltados à saúde mental das mulheres.

Projeto atende mulheres vítimas de violência

Durante a visita a Foz do Iguaçu, Marisa Lobo também esteve na academia Gracie Barra, na Avenida República Argentina, onde acompanha um projeto de autodefesa destinado a mulheres vítimas de violência.

A iniciativa oferece treinamento de jiu-jitsu e, segundo a psicóloga, também busca proporcionar apoio psicológico às participantes, inclusive por meio de atendimento on-line.

Marisa afirma que apadrinha o projeto há algum tempo e que a proposta une a preparação para situações de violência ao fortalecimento emocional das mulheres.

A psicóloga já participou anteriormente de audiências públicas, palestras e seminários em Foz do Iguaçu e retornou ao município neste fim de semana para novas atividades.

Crianças e adolescentes também preocupam 

Outro tema abordado durante as palestras foi a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos nocivos na internet.

Marisa alerta para a necessidade de acompanhamento dos pais e responsáveis sobre o que os filhos acessam, além do estabelecimento de limites para o tempo de uso de celulares, computadores e jogos.

Segundo ela, conteúdos que incentivam autolesão, desafios perigosos e comportamentos suicidas podem representar riscos especialmente para crianças e adolescentes.

A preocupação também envolve outros tipos de violência no ambiente virtual, como o aliciamento e a exploração sexual de menores.

Esporte também pode fazer parte do tratamento 

A atividade física foi outro tema abordado pela psicóloga. Segundo Marisa, o esporte pode contribuir para o cuidado com a saúde mental, embora o excesso também possa ser prejudicial.

Ela recomenda que pessoas que enfrentam depressão procurem acompanhamento profissional e, dentro de suas condições, mantenham atividades que possam contribuir para o bem-estar, como caminhadas, exercícios físicos e convivência social.

Para a psicóloga, entretanto, o mais importante é não enfrentar a doença sozinho.

A depressão tem cura, tem tratamento. Você consegue se livrar, sim, afirmou.

A OMS também recomenda a busca por ajuda profissional e destaca que existem tratamentos eficazes para a depressão.

 

 

 

Urna eletrônica não anula voto: entenda quando o voto é nulo ou branco

Mensagens que circulam em ferramentas de mensagem retomam boato desmentido pela Justiça Eleitoral desde 2018.

Mensagens que circulam no WhatsApp afirmam que o eleitor que votar apenas para o cargo de presidente da República e escolher branco ou nulo para os demais cargos nas Eleições 2026 terá todos os votos anulados. As publicações também alegam que 12 milhões de votos teriam sido invalidados no último pleito por serem considerados “parciais”.

As informações são falsas, enfatiza o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). A urna eletrônica registra cada voto de forma independente, mesmo quando o eleitor escolhe um candidato para apenas um dos cargos em disputa e vota em branco ou nulo nos demais.

Assim, o votante pode votar somente para presidente e optar por branco ou nulo nas demais disputas. A escolha válida será registrada normalmente.

Votos brancos e nulos

O voto em branco ocorre quando o eleitor aperta a tecla correspondente na urna eletrônica e confirma. Já o voto nulo acontece quando digita um número que não corresponde a nenhum candidato ou partido oficialmente inscrito.

Votos brancos e nulos são contabilizados para fins estatísticos, mas não são considerados válidos.

Dados de 2022

Segundo o site de estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no primeiro turno das Eleições 2022, foram registrados 118.229.719 votos válidos para presidente, 1.964.779 votos em branco e 3.487.874 nulos.
No segundo turno, foram 118.552.353 votos válidos, 1.769.678 em branco e 3.930.765 nulos.

Somados os dois turnos, os votos brancos e nulos na disputa presidencial chegaram a aproximadamente 11,1 milhões. Esses números correspondem a escolhas dos eleitores, não à anulação de votos válidos pela urna eletrônica.

Boato circula desde 2018

A mensagem enganosa circula nas redes sociais há cerca de oito anos. Em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral publicou uma checagem sobre o assunto na página Fato ou Boato, classificando a informação como falsa.
Em 2022, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) também desmentiu a alegação de que votar só para presidente e em branco nos demais cargos anularia o voto.

Em casos de dúvida sobre conteúdos eleitorais, acesse os canais de checagem e informação da Justiça Eleitoral.

Acesse os links úteis do TRE-PR

Não compartilhe boatos! Acesse o Gralha Confere 

 

 

 

“Vou ser a voz dos prefeitos em Brasília”, afirma Alexandre Curi em sabatina da TVCI

Candidato ao Senado defendeu mandato próximo dos municípios e disse que pretende abrir as portas de Brasília, especialmente para cidades menores do Paraná O candidato ao Senado Alexandre Curi (Republicanos) afirmou que pretende ser a voz dos prefeitos e dos municípios paranaenses em Brasília. A declaração foi feita durante sabatina da TVCI, no programa 18H […]

Candidato ao Senado defendeu mandato próximo dos municípios e disse que pretende abrir as portas de Brasília, especialmente para cidades menores do Paraná

O candidato ao Senado Alexandre Curi (Republicanos) afirmou que pretende ser a voz dos prefeitos e dos municípios paranaenses em Brasília. A declaração foi feita durante sabatina da TVCI, no programa 18H Paraná, no final da tarde desta segunda-feira.

Ao apresentar suas prioridades para o Senado, Curi defendeu uma atuação municipalista e afirmou que o senador deve ir além da elaboração de leis e da fiscalização do Governo Federal. Para ele, representar o Estado também significa ajudar os municípios a abrir portas em Brasília e buscar recursos para políticas públicas. “É claro que o senador tem esse papel de receber o prefeito e de atender os municípios, em especial os menores municípios que não têm capacidade financeira”, afirmou.

Curi disse que pretende aproveitar a experiência construída ao longo de seis mandatos como deputado estadual e a relação que mantém com prefeitos das diferentes regiões do Paraná para aproximar novamente os municípios do Senado. “Pergunta para um prefeito do Paraná se hoje, quando vai a Brasília, ele vai no gabinete de um senador. Não vai, porque não é recebido”, declarou. “O Paraná, há muito tempo, não tem protagonismo no Senado, perdeu a sua força no Senado.”

Dos 399 municípios para Brasília

Durante a entrevista, Curi lembrou que conhece os 399 municípios paranaenses e afirmou que as necessidades mudam significativamente de acordo com cada região. Para ele, essa experiência permite identificar desde grandes projetos estruturantes até dificuldades enfrentadas pelas pequenas cidades. “Eu vou ser um senador presente, um senador resolutivo, um senador combativo, um senador que vai aprovar projetos de interesse do Paraná e do Brasil, mas um senador que vai defender o meu Estado”, disse.

O municipalismo tem sido uma das marcas da trajetória política de Curi. À frente da Assembleia Legislativa, ele ampliou a realização de sessões itinerantes em diferentes regiões, com a participação de prefeitos, vereadores, entidades e lideranças locais.

Na TVCI, o candidato também relacionou a falta de representação política em Brasília a projetos que considera estratégicos para o Paraná.

Entre os exemplos citados estão os investimentos na Ferroeste, o Contorno Ferroviário de Curitiba, a terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena, a revisão da tabela do SUS para hospitais filantrópicos e Santas Casas e a busca por mais investimentos federais na educação municipal. “O senador tem a função de fiscalizar, de legislar, mas de defender o seu Estado”, resumiu.

Fundo Sul e resposta às cidades atingidas por temporais

A defesa dos municípios também apareceu quando a sabatina abordou os eventos climáticos que atingiram recentemente cidades paranaenses.

Curi voltou a defender a criação de um Fundo Sul para financiar ações de infraestrutura e permitir respostas mais rápidas a situações de emergência nos três estados da região.

Segundo ele, episódios recentes no Vale do Ribeira demonstram a dificuldade enfrentada pelos municípios para acessar rapidamente recursos federais. “Eu tenho defendido um fundo de infraestrutura, um fundo para fazer investimentos em eventos climáticos e esse recurso sendo liberado automaticamente”, explicou.

A proposta, segundo Curi, permitiria que recursos previamente destinados ao fundo fossem utilizados em ações da Defesa Civil, recuperação de estradas e infraestrutura e atendimento às cidades atingidas.

Mais presença dos municípios no Senado

Na avaliação de Curi, recuperar o protagonismo do Paraná passa justamente pela aproximação entre o Senado, o Governo do Estado e as prefeituras.

“A minha candidatura representa tudo isso, mas, principalmente, a volta do protagonismo do Paraná no Senado”, afirmou.

No encerramento da entrevista, Curi voltou a defender um mandato baseado na presença e no conhecimento das diferentes realidades do Estado. “Eu sempre coloquei o Paraná em primeiro lugar. Eu nunca coloquei o Paraná como segunda opção. Sempre em primeiro lugar”, concluiu.

 

 

 

                                 Corujas serão depenadas neste ano eleitoral no Brasil.